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1.1.2.1 O Ministério da felicidade

 

Considerando que felicidade é função do Estado, o Butão, país que fica ao sul da China, com 700 mil habitantes, como pequenino reino encravado aos pés do Himalaia e ao norte da superpopulosa Índia, tornou-se referência nas políticas públicas de bem-estar social que levam em conta a felicidade dos cidadãos, ao instituir o Ministério da Felicidade.

A experiência que há mais de duas décadas apresenta excelentes resultados tem o especial apoio da Organização das Nações Unidas (ONU) e passou a ser replicada na Coreia do Sul, Canadá, Japão, Estados Unidos, Alemanha, Holanda, Bélgica, Países Nórdicos e França, além de outros nos quais são realizados encontros, conferências internacionais, seminários e congressos, tendo-se a presença de representantes do governo do Butão, para os notáveis testemunhos, nas profícuas palestras que objetivam prover os meios para a garantia da felicidade da população.

Seguindo o magnânimo exemplo do povo butanês e do movimento mundial que discute a obrigação do Estado na garantia de direitos sociais pela felicidade, no Brasil, o Movimento Mais Feliz propõe a felicidade como eixo de políticas públicas, tendo por finalidade o oferecimento de reais condições para o crescimento pessoal, intelectual e profissional do povo brasileiro.

 

1.1.2   Crie o seu perfeito e permanente Ministério da Felicidade

 

Com ou sem o Ministério da Felicidade no País, você pode e deve efetivar a própria felicidade, expandindo-a de forma a criar uma permanente circulação de contentamento e de felicidade que estará onde você estiver e irá contigo aonde você for, fazendo com que outras pessoas se sintam felizes.

A prática da generosidade deverá ser uma das suas principais tarefas. Bastará doar algo, material ou não, como atenção, conhecimento ou mesmo experiência, compartilhando aquilo que aprendeu de forma onerosa ou gratuita.

Não há a necessidade de contar com riqueza material para ajudar a outrem, nem tampouco a obrigação de conhecer a pessoa destinatária da sua especial ajuda.

Do tempo de existência que DEUS te concede; dos poucos ou muitos conhecimentos que você detém, compartilhe, sendo útil na estruturação ou na reestruturação da vida de alguém.

Doar sangue, ensinar aos que querem e que precisam aprender, visitar idosos que estão enfermos ou isolados dos respectivos familiares, ouvir algum colega ou alguém que esteja com problemas, ajudar alguém a transportar algo pesado, auxiliar alguém no desenvolvimento de alguma atividade, pagar alimento para alguma pessoa que lhe peça ajuda ou que se mostre com fome e sem dinheiro, doar roupas e objetos novos ou usados, repassando-os das lojas, do produtor ou da sua residência para aqueles que realmente aproveitarão aquilo que para você não está sendo útil.

Quando se pratica a generosidade, independentemente da manifestação de gratidão de quem é favorecido, quem mais ganha com ela é o doador.

 

Continuação na próxima semana.     

 

Sobre o autor

Sérgio Bento De Sepúlvida Júnior

Sérgio Bento De Sepúlvida Júnior

Sócio Administrador e Escritor

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